Queridos alunos, sejam bem-vindos!

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Este é o blog da professora Nilza Matias da Silva Ferreira, professora de Língua Portuguesa.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

INTERTEXTUALIDADE


 LIVROS
1-  Ilíada e Odisseia autor: Homero



2-Teogonia autor: Hesíodo

3- Eneida autor: Virgílio

4- Os Lusíadas  autor: Luís Vaz de Camões


5- O ladrão de Raios

 CHARGE



 DESENHO



ARTE



 MÚSICA
Afrodite – Grupo Psirico
FILMES
TROIA
O LADRÃO DE RAIOS
PROPAGANDA

LEITURA E INTERTEXTUALIDADE

Através da intertextualidade pode-se fazer uma fusão entre o contemporâneo e o mitológico. Em BAKHTIN (1986), o texto só ganha vida em contato com outro texto. Somente neste ponto de contato entre textos é que uma luz brilha, iluminando tanto o posterior como o anterior, juntando dado texto a um diálogo. Enfatizamos que esse contato é dialógico entre textos...por trás desse contato está um contato de personalidades e não de coisas. Segundo BARROS (1999, p. 3) o modo de ver de Bakhtin, concebe-se ao dialogismo como um espaço interacional, onde os textos são dialógicos porque resultam do encontro de muitas vozes sociais. Para se fazer “leituras” de textos verbais e não-verbais, fazer relações dialógicas entre texto/imagem e leitor com outros textos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Deusa Vênus


1º TEXTO: A deusa do Amor Afrodite (deusa grega) Vênus(romana)
Afrodite (Vênus), na mitologia grega é a deusa do amor e da beleza, na romana é a deusa dos campos, jardins e primavera. Nasceu da espuma formada sobre o mar pelos testículos de Urano (deus do Céu), mutilado por Cronos (Saturno) deus do tempo. Logo após seu nascimento, foi levada pelos Ventos (Zéfiro) numa concha de nácar (madrepérola) perto da ilha de Chipre, com seu sopro a entregou às Horas deusas da justiça. As Horas tiveram a honra e o prazer de educá-la, transmitindo-lhe todo o seu saber. Não precisaram lhe dar belas roupas e enfeites, pois a natureza tinha sido generosa com as qualidades físicas de Afrodite. Uma coroa de flores bastava para destacar sua beleza. Depois desses preparativos, montada num carro puxado por pombas brancas, Afrodite foi acolhida com entusiasmo no monte Olimpo, principal montanha da Grécia antiga. Zeus ficou encantado, e todos os deuses disputavam o privilégio de obter a mão da bela deusa. Ela, no entanto, tinha sido prometido a Vulcano (Hefestos) deus do fogo. Assim, foi obrigada a se tornar rainha do fogo e dos ciclopes (seres gigantescos e com um olho só no meio da testa). Seu reino era a escuridão subterrânea, seus súditos eram monstros, sujos de fuligem das fornalhas, e o único som que ouvia era das batidas dos martelos. O casamento não agradava a ninguém, frustrados não se conformavam. Dois deles, não se cansavam de assediar a deusa: Apolo (Febo) deus da luz ou do dia, e Marte (Ares) deus da guerra. Afrodite evitava os dois. Depois de muita insistência, Marte(Ares) obteve da deusa a promessa de encontros íntimos na hora do crepúsculo. Dentre os filhos que teve com ele traindo Vulcano, o principal foi Cupido (Eros) deus do amor. Marte pediu a um amigo que sempre o acordasse na hora em que o sol estivesse para surgir. Tudo corria bem até que, certo dia, o tal amigo adormeceu e os primeiros raios de sol revelaram a Apolo (Febo) que ele não fora escolhido por ela. Furioso, foi contar tudo a Vulcano (Hefestos). O deus do fogo agradeceu ao Apolo deus do dia. Pensou em uma vingança, usando sua habilidade de ferreiro preparou uma armadilha para os dois: confeccionou uma rede de ouro, invisível e muito forte e a lançou sobre os amantes adormecidos no leito. Chamou todas as divindades do Olimpo para testemunharem a traição. Mas, em vez de zombar do casal, os deuses acabaram caçoando do próprio Vulcano (Hefestos), que voltou humilhado para junto de seus ciclopes. Envergonhados por terem sido surpreendidos Marte (Ares) e Afrodite (Vênus) fugiram cada um para um lado. Ele foi para a Trácia, sua terra natal, Afrodite (Vênus) foi para ilha de Chipre, seu refúgio preferido. Certo dia, em seu passeio Afrodite encontrou Adônis filho de Ciniro, rei de Chipre, apaixonaram-se, e não se separaram mais. Marte (Ares) não gostou daquela intimidade, tomou a forma de um javali feroz, atacou Adônis. Sangrando, caiu ao chão. Afrodite assistiu ao seu último suspiro. Restou-lhe o único consolo de fazer desabrochar do sangue do amado a mais suave das flores, a efêmera anêmona. Entre os amores que teve, destaca-se o mortal Anquises, com quem teve seu último filho Eneias. Durante a guerra de Troia, protegeu Páris e foi ferida ao intervir em favor de Eneias. Auxiliou o herói a sair de Troia, após a destruição da cidade. Inspirando em Dido, rainha de Catargo, ardente paixão por Eneias, guardou-o de todos os perigos que poderiam ameaçá-lo durante sua estada na região. Sob a proteção de Vênus, Eneias conseguiu estabelecer-se no Lácio (região da Itália central)