Através da intertextualidade pode-se fazer uma fusão entre o contemporâneo e o mitológico. Em BAKHTIN (1986), o texto só ganha vida em contato com outro texto. Somente neste ponto de contato entre textos é que uma luz brilha, iluminando tanto o posterior como o anterior, juntando dado texto a um diálogo. Enfatizamos que esse contato é dialógico entre textos...por trás desse contato está um contato de personalidades e não de coisas. Segundo BARROS (1999, p. 3) o modo de ver de Bakhtin, concebe-se ao dialogismo como um espaço interacional, onde os textos são dialógicos porque resultam do encontro de muitas vozes sociais. Para se fazer “leituras” de textos verbais e não-verbais, fazer relações dialógicas entre texto/imagem e leitor com outros textos.
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